terça-feira, 6 de setembro de 2016

anoitecer dos símbolos


do incontornável desenho em tátil sombra
na palavra bordada da densa espessura na lenta brisa de poente
espreita do cume da montanha a besta que nos lambe o rosto no anoitecer dos símbolos.
para recompor o coração dou os lábios a uma flor que teima ter pétalas na telha onde se deita a alma.

Leandro Sá
(05-09-2016)

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