sábado, 4 de junho de 2016

na montra da retina a pata e a mala


em dedo ferido nos sons de corda que acorda e toca a solta nota de uma bolha de artefacto no olfato do vento é capa que se faz em botânica sala a sonâmbula aba de luz

do itinerário ondulante na curva que alimenta a boca que fere é mais batente a distância que a pauta em ser de maio no desmaio de luz que não difere

desfere, o junho, o dígito e o dente, uma tala a servir a corola em disjuntas estações que se alastram sem pausa no “interruptível” junco

preso a uma montra da retina a pata e a mala de uma compressa é repto na pala de jumento o preço que turva o teto a purga na pressa de um pente.

João Romão
(31-05-2016)

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