sexta-feira, 9 de maio de 2014

fecho de um testo


lado a lado, o olhar na troca de malhadas sombras em fachadas amanhadas enceradas no disfarce das manhãs
o dia, apertado nas aspas do sono, é fecho de um testo, lápis encostado ao vento na permuta por um texto caído de uma noite de telha.

na voz longínqua, a numeração do peito, permanece o nome na língua sossegada de uma criança, silenciosamente, atada a um manto de atalhos nos locais de uma achada.
e o corpo é beco de um dardo onde o pé detém um abraço.

onde está a pele com travo a saliva?
que ecrã é este? que secretamente descreve o desalinho de uma página
...terço que definha.

anónimo

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