quinta-feira, 10 de maio de 2012

nas cábulas do sono se faz o vocábulo


os habitantes da cidade levaram-me uma cariátide
              de uma musa desmontada e nua,
cidadã em domiciliário,
figura que sustenta o grito de uma lágrima.

...e
da escrita que se estreita no impulso sem pulso,
sobre os pelos que adormecem na tarde,
..............são das cábulas do sono se faz o vocábulo.

                da água que refresca
                 ...fresta que aquece
                o sangue que se esconde na fenda do cansaço.

 ...do que me esqueço tirei o casaco,
na lua que virá mais logo,
      se subtrai o resto dia
....no que me escurece.
...e
Nuno Teixeira de Sousa
10-05-2012

1 comentário:

Anónimo disse...

uma lua de sombras iluminantes!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!beijo!








(imf)