segunda-feira, 7 de novembro de 2011

em demasia e em maresia

 
o bom do talo
é ter sim-pa(-tia
afinca o galo a pala no casaco
que a)fin(só)gia
l ia, lia, o ar a pingar em tardia
calo-me com a casa macia
em ama-r ar-dia, doía


pata, pá, mia
na pia, corria
se o queria
     com-ia a  transportar a rasia
mover j  n o mo-via
caldo de s(ó) quando o queria
 e(j') m de véspera fazia azia
a mobília vazia


difícil entenderem-se as baratas na telepatia
    e a centopeia
sempre dizia com os nervos em teimosia
ao tele m vel explicava e co-zi ia

ainda,vou amar
ser de q u ase,  de ser fElIz
ttt alvez. ...em tecto ainda
lave tudo
em pé de ser mesa demasia


um dia... ser(ei
      VÉU
em demasia e em maresia
 
Di Vale Monteiro
06-11-2011
 

1 comentário:

Anónimo disse...

este véu é como desvendar um piano. toques de sílabas que se estendem ao sabor da força da palavra que se impõe. sou sempre pouca a comentar :( sou muito mais a absorver.


a música que ouço aqui é ouro para os meus ouvidos. hoje.
abraço Nuno!

e
muito obrigada!


imf.