quinta-feira, 17 de março de 2011

Texto de Sandro Osório



Minha tua estima. Meu teu prazer

Tu que povoas teu meu fogo
chama onde oferecemos,
das térreas colinas os teus desejos,
dos azuis imensos as vagas do meu sonhar,
uma cidadela de antagónicos dias fatais
sobreviventes de errantes desejos

... o prazer,
flutua na senda que desperta
no ínfimo sinal da estima
a fragrância escura dos teus cabelos
fulgor orvalho no desejo teu
doce prazer nas minhas mãos semeia,
em meu teu corpo
a resoluta espiral
flama cálida silhueta
cúpula em desmedida cilada
onde ritualizo o meu amar.

Texto
Sandro Osório
(27-05-2010)

2 comentários:

Anónimo disse...

uma espiral flutuante. sementeira do encanto. texto inspirado. inspirador.


saúdo-Vos.






grata. pela leitura.


imf

Graça Pires disse...

Um poema muito bom que ritualiza o amor.
Beijos.