quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sopesar incógnito

 
Debaixo das telhas guardo penas
Amarras da adversidade do tempo
Da fina malha de vontade e de verdade
Faz-se mortalha içada no cais dos dias
Desenhada no dédalo da intemporalidade
Preso pelo sopesar incógnito da tua encruzilhada

Nuno Teixeira de Sousa
31-03-2010 


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