sexta-feira, 16 de abril de 2010

Corpo-terra com o olhar no mar





Percorro suspenso
As múltiplas dobras do som
No longínquo azul do mar imenso
Recolho no inexorável silêncio do passado
...me confunde, o agora
O corpo-terra com o olhar no mar
Naquele longínquo azul pleno de mar imenso
Indivisível do amar e sonhar
Aqui
...vagueando, vagas dispersas no [do] futuro
Procuro-me na absoluta cosmologia de miríades de fragmentos

de
Nuno Teixeira de Sousa
16-04-2010

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