quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Silêncios no longínquo indecifrável


Abro a janela
Cruzam-se silenciosamente as ilusões
Troca-se identidades segredadas nos átomos dos sonhos
No espaço ausente do visível
Traçam-se os silêncios no longínquo indecifrável
Fios que perfuram a ocultação
Na distância perpendicular ao ininteligível


Nuno Teixeira de Sousa
30-11-2009

Sem comentários: